terça-feira, 22 de setembro de 2015

Seminário no RJ - Cenário e Realidade Postal



A convite do núcleo da ADCAP do RJ, estivemos presentes no Seminário "Cenário e Realidade Postal", realizado na cidade do Rio de Janeiro no dia 18/09.
Na oportunidade, falamos sobre o funcionamento do conselho de administração, alguns temas gerais sobre a Empresa e respondemos às questões formuladas pelos colegas presentes.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Carta do Conselheiro - 20/09/2015

Encaminhamos aos colegas a Carta do Conselheiro reportando a reunião extraordinária ocorrida no dia 17/09.

A Carta pode ser acessada no seguinte link.

Visita ao MPT

Acompanhando o Presidente da ADCAP, Luiz Alberto Menezes Barreto, visitamos, na semana passada, o Procurador Geral do Ministério Público do Trabalho, Dr Ronaldo Curado Fleury.

domingo, 13 de setembro de 2015

Informativo sobre atuação no Conselho de Administração - agosto/2015

Encaminhamos aos colegas, por e-mail, nosso informativo a respeito da reunião ordinária ocorrida no dia 28/08/2015.

O informativo pode ser visualizado no seguinte link.

Reajustes salariais - posição do conselheiro

Com a chegada da época das negociações coletivas, alguns colegas têm indagado a respeito de nossa posição a respeito de reajustes salariais. Nessa postagem, trataremos desse assunto.

Nas conversas com os colegas, nas reuniões com as representações dos trabalhadores e nas reuniões do conselho de administração, sempre defendemos uma mesma posição geral, que pode ser compreendida a partir dessas premissas:
- todo trabalhador assalariado da Empresa deveria ter assegurado, por ocasião da revisão anual de seu salário, pelo menos a reposição da inflação do período;
- esse raciocínio nos parece valer desde o Carteiro até os membros da Diretoria Executiva, porque também entendemos que as decisões da Empresa devem ser isonômicas;
- se, por alguma razão, a Empresa eventualmente não tiver condições de reajustar os salários no mínimo pelo índice de inflação em algum ano, deve esclarecer muito bem isso aos trabalhadores, assim como demonstrar como pretende reverter a situação;
- não faz sentido, em tempos de crise, a direção ter seus salários reajustados por índices superiores aos dos trabalhadores, como ocorreu nos Correios em 2014; por esta razão, em 2015, votamos contra o reajuste proposto para os salários dos dirigentes, apesar de o índice apresentado (5%) estar, na época, aquém do índice anual de inflação; o voto a respeito pode ser lido nesse link.

Importante ressaltar ainda que, infelizmente, não participamos das deliberações sobre os salários dos trabalhadores, em função das vedações da Lei nº 12.353/10, ou seja, embora possamos opinar e votar a respeito do reajuste dos salários dos dirigentes, não podemos fazer o mesmo com relação aos salários dos trabalhadores. Sobre tais vedações, que alcançam também os temas benefícios e previdência complementar, há um projeto de lei em votação na CCJC da Câmara dos Deputados que propõe a remoção desses impedimentos (Projeto de Lei nº 06051/2013).  

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

ex-Presidente do POSTALIS na CPI

Nesta quinta-feira (10/09), esteve na CPI dos Fundos de Pensão o ex-Presidente do POSTALIS, Alexej Predtechensky.

A ADCAP - Associação dos Profissionais dos Correios publicou uma nota com detalhes sobre a audiência, a qual pode ser lida no seguinte link.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

PREVIC na CPI dos Fundos de Pensão

Nesta terça-feira (08/09), a CPI dos Fundos de Pensão ouviu representantes da PREVIC. Participaram da audiência: CARLOS ALBERTO DE PAULA - Diretor-Superintendente da Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC; SÉRGIO DJUNDI TANIGUCHI - Diretor de Fiscalização da Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC; MAURÍCIO DE AGUIRRE NAKATA - Diretor-Substituto de Fiscalização da Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC.
A sessão da CPI foi dividida em duas partes: uma pública, na qual foram respondidas diversas perguntas dos integrantes da comissão, na presença de público que lotou o Plenário 12 da Câmara, e outra sessão fechada, apenas com os deputados, na qual os membros da CPI esperavam obter respostas mais específicas sobre ações da PREVIC relacionadas aos fundos.
O Postalis foi o fundo mais citado nas intervenções e perguntas dos deputados.
Os vídeos da sessão podem ser assistidos no link.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

PREVI na CPI dos Fundos de Pensão

Tenho acompanhado com atenção as atividades da CPI dos Fundos de Pensão. 
Ontem (03/09), assisti a gravação da apresentação do atual Presidente da PREVI, um trabalhador de carreira do Banco do Brasil, com 29 anos de casa, que começou como menor estagiário e seguiu em sua carreira, longa e ascendente, até chegar à posição atual. Não é filiado a nenhum partido político e nem militou em algum deles. Foi nomeado sem indicação política.
A apresentação do Sr Gueitiro Matsuo Genso, assim como suas intervenções e respostas na sessão de ontem, demonstram que um fundo de pensão de estatal pode ser tecnicamente bem administrado, com boa governança e resultados positivos.
Quem não teve ainda a oportunidade de assistir a apresentação e quiser fazê-lo, pode acessar a seguinte página, onde se encontram os vídeos da sessão: link.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

POSTALIS - íntegra do TAC - Termo de Ajustamento de Conduta

O POSTALIS disponibilizou em seu site a íntegra do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado com a PREVIC.

O documento pode ser lido no seguinte link.

domingo, 23 de agosto de 2015

Aprovado relatório preliminar da Lei de Responsabilidade das Estatais

A CMLRE do Senado aprovou no último dia 19 o projeto de Lei de Responsabilidade das Estatais, que pode ser lido no seguinte link.

Transcrevemos a seguir matéria da Agência Senado que detalha o projeto, a qual pode ser lida também no seguinte link.

Comissão aprova relatório preliminar da Lei de Responsabilidade das Estatais

   
Paulo Sérgio Vasco | 19/08/2015, 20h00 - ATUALIZADO EM 20/08/2015, 15h09
Os conselhos de administração das estatais deverão contar com a presença mínima de 20% de membros independentes, e todos os seus integrantes não poderão manter relações sindicais, partidárias ou de parentesco com pessoas no comando do Poder Executivo ou da própria empresa.
As regras constam do projeto de Lei de Responsabilidade das Estatais, cujo relatório preliminar foi aprovado nesta quarta-feira (19) em reunião da comissão mista encarregada da elaboração da matéria. O projeto irá agora a exame das duas Casas do Congresso, que poderão aprimorar o texto apresentado pelo relator, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA).
As normas serão aplicadas a toda e qualquer empresa pública e sociedade de economia mista, da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, inclusive as que exploram atividade econômica em sentido estrito, as que prestam serviços públicos e as que exploram atividade econômica sujeita ao regime de monopólio da União.
— Nos últimos tempos, em virtude do escândalo da Petrobras, ficou evidenciado, mais do que nunca, a necessidade de que haja uma atenção maior com a governança das empresas estatais. Acreditamos que o relatório representa a linha média do sentimento. Haverá oportunidade de que emendas novas sejam feitas, e o assunto, aprofundado — afirmou o deputado Arthur Oliveira Maia.
Com 94 artigos, o anteprojeto da Lei de Responsabilidade das Estatais incorpora propostas que já se encontravam em tramitação no Senado, como o substitutivo ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 167/2015, do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que preside a comissão mista; o PLS 343/2015, do senador Aécio Neves (PSDB-MG); e o anteprojeto apresentado pelos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros, quando do lançamento da comissão.

Transparência

Presente à reunião da comissão mista, o presidente do Senado, Renan Calheiros, manifestou total apoio ao projeto de lei, e ressaltou que a transparência não pode circunstancialmente ser conveniência para qualquer aprimoramento constitucional.
— Acho que não só com relação à Lei de Responsabilidade das Estatais, mas com relação às saídas para o Brasil, temos que perseverar, acreditar, fazer o que precisa ser feito para retomarmos o desenvolvimento e recuperarmos a condição de fazer a economia crescer. Essas saídas não estão acabadas, mas são uma demonstração de que nós já começamos a caminhar, priorizando aquilo que, de maneira suprapartidária, caracteriza o interesse nacional — disse Renan.
O senador José Serra (PSDB-SP) explicou que as emendas de sua autoria acatadas pelo relator coadunam-se ao “espírito” do projeto, pois criam restrições à ocupação de cargos nas estatais por pessoas sem a devida qualificação técnica.
— A comissão produziu um trabalho bom. Estamos como num Titanic. Se o choque com o iceberg é inevitável, vamos jogando o bote salva vida para o lado para sobreviver. É o caso desse projeto, que preenche uma lacuna demandada pela Constituição. Se não dá para salvar o governos, vamos, pelo menos, resolver problemas pontuais gravíssimos. Tomara que o exemplo se desdobre e se repita em outros setores do país e da legislação, que tomemos essa comissão como exemplo – afirmou Serra.
Serra também sugeriu à comissão mista a identificação de todas as estatais, como forma de recomendar ao governo federal a extinção das empresas que deveriam ser fechadas. O senador disse que há hoje 140 empresas estatais apenas no plano federal.
— Tem uma quantidade inacreditável. Tem, por exemplo, uma empresa para o trem bala, que continua lá, gastando — afirmou o senador.
O parlamentar disse ainda que as estatais deveriam ser expressamente proibidas de fazer publicidade para produtos sem concorrência no mercado.
O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) também saudou o projeto, mas defendeu o aprimoramento da proposta, como forma de evitar futuros questionamentos judiciais. Ele considera que o texto determina a possibilidade de aplicação unilateral de multas por parte de empresas de direito privado, que, a rigor, não podem impor penalidade unilateralmente a outrem.
— Temos empresas que não deveriam ser empresas, que deveriam ser autarquias ou secretarias, mas, por deturpação, ficam nessa condição — disse Anastasia.
O deputado Danilo Forte (PMDB-CE) também saudou o projeto, mas defendeu o aprimoramento da proposta no que tange ao controle de gerenciamento das estatais.
Antes de encerrar a reunião, Tasso Jereissati disse que projetos como o da Lei de Responsabilidade das Estatais devem provocar mudanças nos próximos anos.
— No futuro, à medida que a governança comece a funcionar de maneira adequada, moldando não só a lei, mas a cultura da empresa. A falta de controle de estatais causou talvez o maior escândalo da história do Brasil — afirmou.

Fiscalização e controle

O projeto define as atribuições mínimas de fiscalização e controle a serem exercidas em participações em sociedades empresariais nas quais as sociedades de economia mista e empresas públicas não detenham o controle acionário. As estatais deverão adotar práticas de governança e controles proporcionais à relevância, à materialidade e aos riscos do negócio do qual são participantes.
No texto também são definidos quais os deveres e responsabilidades do ente estatal quando sua participação acionária na sociedade é minoritária. A inexistência atual de regras que estabeleçam esses requisitos não apenas gera insegurança jurídica como tolhe a atuação de órgãos de controle e dificulta exigir do ente estatal fiscalização e controles proporcionais à sua participação, observa Arthur Oliveira Maia.
O texto do relator também prevê a possibilidade de que a estatal disponha de programa interno de formação gradual de líderes. O objetivo é preparar empregados com o mínimo de dez anos de experiência profissional para assumir futuros cargos de destaque e de direção da empresa. O projeto também limita a atuação da estatal ao ato que fundamenta a sua criação, para evitar que as empresas atuem em setores alheios à sua atividade ou sejam ainda usadas no controle da inflação, a exemplo de episódios recentes envolvendo a Petrobras.
O projeto traz ainda dispositivos sobre licitações, contratos e fiscalização pelo Estado e sociedade, e enumera disposições aplicáveis somente às empresas estatais que atuam no setor produtivo. A restrição se justifica visto que as estatais do setor de serviços já se submetem às regras próprias dos órgãos e entidades públicos. As disposições finais do projeto buscam harmonizar o texto da proposição ao arcabouço jurídico vigente.

Outras regras

O texto aprovado estabelece que as despesas com publicidade e patrocínio da empresa pública e sociedade de economia mista não ultrapassarão, em cada exercício, o limite de 1% da receita bruta do exercício anterior, nem superarão 35% das despesas aplicadas em pesquisa e desenvolvimento no mesmo período.
As estatais também deverão implantar uma área de compliance e riscos, diretamente vinculada ao diretor presidente, além de um comitê de auditoria estatutário. Os valores relacionados à dispensa de licitação poderão ser alterados pelo chefe do Poder Executivo, desde que submetido a exame do conselho de administração. E qualquer atividade que as estatais vierem a exercer fora de sua atuação principal terá que ser publicada no plano anual de negocio das empresas.
De acordo com o projeto, a sociedade de economia mista, durante o prazo de quatro anos, a contar da vigência da lei, poderá manter ações preferenciais em seu capital, vedada a emissão de novas ações preferenciais. Ela também terá o prazo de dois anos para manter pelo menos 25% de suas ações em circulação no mercado. As estatais terão o prazo de dez anos para efeitos da prevalência de suas ações ordinárias.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Participação em evento da ADCAP em Recife

No dia 21/08/15, participamos de evento organizado pela ADCAP/PE para seus associados e convidados.
Na oportunidade, pudemos abordar o funcionamento do conselho de administração e responder diversas questões formuladas pelos colegas presentes.
Também participaram do evento o Presidente da ADCAP, a Vice-Presidente e um Diretor, além dos conselheiros eleitos para o POSTALIS.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Lei de Responsabilidade das Estatais - Projeto vai a votação em Comissão

O relatório sobre o projeto de lei sobre a responsabilidade das estatais já está disponível no seguinte link.

Na quarta-feira, dia 19/08, a comissão responsável se reunirá para discutí-lo e votá-lo.
Houve diversos ajustes com relação à versão anterior, mantendo-se, porém, a linha geral que vinha sendo defendida.

Destacaríamos na nova versão os seguintes ajustes:
- previsão do representante dos trabalhadores no conselho de administração;
- fixação do percentual de 20% para o quantitativo de conselheiros independentes no conselho de administração.

A proposta manteve a necessidade de as nomeações de membros do conselho de administração de estatais com capital de mais de R$ 1 bilhão (caso dos Correios e de mais uma dezena) serem previamente aprovadas pelo Senado Federal e também requisitos para os administradores assim como algumas vedações para a ocupação desses cargos.

A proposta traz ainda uma série de disposições aplicáveis aos processos de compras e de contratações das estatais.  

A íntegra do projeto pode ler lida no link.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Tecnologia

Um dos recursos que se tornaram indispensáveis às operações e aos negócios das empresas é a tecnologia da informação e comunicação. E nos Correios não é diferente.

Do ERP e seus milhares de tentáculos ao singelo programa que gera etiquetas para cartas e encomendas ou que fornece o CEP a partir de um endereço, os sistemas de informática são essenciais para o funcionamento da Empresa.

Pessoalmente, sempre fui fascinado pelos benefícios que um bom sistema de informática pode trazer para o trabalho, mesmo quando a informatização não era um imperativo, a microinformática dava seus primeiros passos no Brasil e a maioria dos processos tinha tratamento apenas manual. 

Hoje, a situação é outra e a tecnologia é um requisito presente em todos os processos empresariais, de forma que um serviço nem nascerá se não estiver ancorado em bons sistemas informatizados, que cubram desde o atendimento até o pós-venda e o acompanhamento de desempenho.

Neste contexto, o desenvolvimento e produção de TIC passa a ser crítico para o sucesso da Empresa. Quanto mais rápido e de forma consistente forem desenvolvidos e implementados os processos informatizados, maiores serão as chances de a Empresa responder melhor às demandas do mercado e sua evolução no tempo.

E tecnologias que até pouco tempo atrás eram tidas como novidades, como as de mobilidade e de geoprocessamento, são hoje bem comuns nas empresas postais e vão, aos poucos, permitindo o aperfeiçoamento dos processos dessas organizações rumo à geolocalização e à informação em tempo real.

A TIC constitui, assim, ativo estratégico essencial, cujo domínio e adequada utilização determinam o bom funcionamento da Empresa e o seu desenvolvimento, merecendo lugar de destaque no planejamento e na gestão da Empresa.

sábado, 1 de agosto de 2015

Informativo sobre atuação no Conselho de Administração - julho/2015

Encaminhamos aos colegas, por e-mail, nosso informativo a respeito da reunião ordinária ocorrida no dia 30/07/2015.

O informativo pode ser visualizado no seguinte link.

Agravamento de penas em crimes contra o serviço postal

Na última reunião do Conselho de Administração (30/07/2015), apresentamos Comunicado a respeito de projeto de lei versando sobre o agravamento de penas em crimes contra o serviço postal. O Comunicado pode ser lido no seguinte link.