sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Petrobras e BB - Destaques em Governança


Nos últimos dias, tivemos a notícia de que o BB e a Petrobras haviam obtido o certificado Destaque em Governança da B3, antiga BM&F Bovespa, conforme tratam as duas matérias que se seguem, extraídas dos sites das duas companhias.

A conquista é importante porque demonstra que é possível e vantajoso para grandes organizações evoluir em questões de boa governança.

Dentre os inúmeros avanços promovidos nas duas organizações, destacaria as seguintes iniciativas:
- PETROBRAS - definição de uma política para indicação de membros da alta administração que vai além das exigências previstas na Lei 13.303/2016 (Lei das Estatais), incluindo experiência em cargos de direção superior e reputação ilibada e prevendo uma análise de integridade, conhecida como "Background Check", que visa a subsidiar o processo de indicação para as posições-chave da companhia, em benefício da meritocracia;
- BB - definição de Política de Indicação e Sucessão de Administradores.

São iniciativas assim que precisam ser bem disseminadas em todas as empresas controladas pelo Governo.

Boa leitura!

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Petrobras adota série de medidas que lhe garantem Destaque em Governança

Publicado em: 09/08/2017 15:45:52
FOTO FABIO MARINO
Entenda como a Petrobras alcançou a certificação pela B3

Evento na tarde desta quarta-feira (9/8), em São Paulo, marca a certificação da Petrobras no Programa Destaque em Governança das Estatais da B3, antiga BM&FBovespa. É mais um passo importante no compromisso da Petrobras com a contínua melhoria de sua governança corporativa, bem como seu alinhamento às melhores práticas do mercado.

Para ser certificada no programa da B3, a Petrobras atende a todas as medidas obrigatórias do Programa. E, em relação às adicionais, obteve uma pontuação de 56 pontos.

Por exemplo, desde 2016, a companhia vem adotando medidas para cumprir diretrizes sobre a composição do Conselho de Administração, Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, como a diversidade de experiências e qualificações.

Além disso, a Petrobras adotou uma política para indicação de membros da alta administração, que vai além das exigências previstas na Lei 13.303/2016 (Lei das Estatais), incluindo experiência em cargos de direção superior e reputação ilibada.  Esta política prevê uma análise de integridade, conhecida como "Background Check", que consiste em um sumário de dados reunidos a partir de diversas bases de informações, como órgãos públicos, empresas especializadas e sistemas internos da companhia, que visa a subsidiar o processo de indicação para as posições-chave da companhia, em benefício da meritocracia.

Também foram condições para a certificação da B3, a explicitação dos compromissos assumidos pela companhia na busca do interesse público, por meio de políticas públicas compatíveis com a atuação empresarial da Petrobras.

Estas condições se somam a outras já implantadas pela companhia no intuito do aprimoramento de sua Governança Corporativa, dentre as quais - a criação e incorporação ao estatuto social da empresa do Comitê de Minoritários, que analisa operações que envolvam a Petrobras e partes relacionadas, entre as quais a União Federal, suas autarquias, fundações e empresas.

A adesão ao Programa reforça o compromisso da Petrobras com a governança corporativa e com o aprimoramento da sua gestão e dos seus controles, contribuindo para a divulgação de informações mais completas e precisas, bem como para a rentabilidade e a sustentabilidade da companhia.

Nível 2 da B3

A Petrobras já iniciou estudos para aderir ao segmento especial de listagem Nível 2 da B3, que assim como a certificação no Programa Destaque em Governança de Estatais, funciona como um selo de qualidade em governança.

Para uma companhia atingir o Nível 2 de governança corporativa é necessário adotar um conjunto de práticas previstas no regulamento. Várias delas já são seguidas pela Petrobras. É o caso, por exemplo, de ter pelo menos 25% de ações em livre circulação e de as posições de presidente do Conselho e de principal executivo da companhia não sejam ocupadas pela mesma pessoa.

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Banco do Brasil é certificado pela B3 no Programa Destaque em Governança de Estatais

Nos últimos meses, o BB, que integra o Novo Mercado desde 2006, promoveu os aprimoramentos necessários para atender as exigências previstas pela Bolsa

O Banco do Brasil participou nesta quarta-feira, 9, da cerimônia de toque de campainha para celebrar sua certificação no Programa Destaque em Governança de Estatais da B3 (antiga BM&FBovespa) – destinado a empresas estatais que se comprometem voluntariamente com as melhores práticas de governança corporativa. Durante a cerimônia, o presidente do BB, Paulo Caffarelli, afirmou que "nenhuma empresa que queira estar preparada para o futuro pode abrir mão de três pilares essenciais: rentabilidade, ética e transparência".

Nos últimos meses, o BB, que já integra o Novo Mercado desde 2006, promoveu os aprimoramentos necessários para atender as exigências previstas pela Bolsa, robustecendo, assim, suas estruturas e práticas de governança corporativa.

Dentre as medidas adotadas pelo Banco, é possível destacar a elaboração e divulgação da Carta Anual de Governança Corporativa, formulação das Políticas de Transações com Partes Relacionadas, de Indicação e Sucessão de Administradores e de Remuneração aos Acionistas; o aprimoramento dos conteúdos do Formulário de Referência; a revisão do Estatuto Social do BB, do Código de Ética e das Normas de Conduta; e o fortalecimento de estruturas de gerenciamento de riscos e controles internos, com a criação, por exemplo, do Comitê de Riscos e de Capital.

Para o Banco, o Programa funciona como uma certificação de qualidade em governança, ou seja, uma sinalização para os investidores de que as práticas empresariais são sólidas, transparentes e confiáveis, e que a empresa está comprometida com a ética, eficiência, prestação de contas e responsabilidade corporativa.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Contrassensos nos Correios

Com a reestruturação em curso, muitos trabalhadores perderam as funções que exerciam e tiveram que ser realocados em outras atividades. O prejuízo econômico, com remuneração reduzida, e profissional, com um nível inferior de atividade, foi significativo em muitos casos. É um preço elevado que é cobrado dos trabalhadores, para que a Empresa seja ajustada à nova estrutura.

Por outro lado, movimentos dissonantes continuam em curso ou são iniciados pela direção, como, por exemplo, a manutenção nos quadros da Empresa dos onerosos assessores especiais, contratados politicamente e sem concurso público, ao arrepio da lei, e de cedidos posicionados em elevadas funções de assessoramento, assim como a recente tentativa de criação de quatro cargos estatutários, o que, na prática, significa dizer mais 4 posições de Diretoria, para exercer atribuições que podem ser perfeitamente desempenhadas por empregados que venham a ocupar funções já existentes na Empresa, sem implicar acréscimos de despesas.

De forma simples, as posições de assessores especiais têm servido, tão somente, para a direção acomodar indicados políticos e as de cedidos para multiplicar salários de servidores protegidos. Nenhum deles é estrategicamente necessário para a Empresa e sua presença só onera a folha de pagamento e o plano de saúde. Em momento de aperto orçamentário, estas deveriam ser as primeiras posições a serem eliminadas, mas vão permanecendo, enquanto os profissionais do quadro próprio vão sendo cada vez mais sacrificados, sendo inclusive acusados injustamente de serem os causadores da situação crítica em que a Empresa se encontra, embora continuem "carregando o piano" de uma forma ou de outra.

Já a proposta de criação de quatro posições de Diretoria beira o absurdo, pois o natural seria estarmos debatendo movimento contrário, ou seja, de redução dessa quantidade de posições na Empresa, já que a situação é de aperto orçamentário. Uma empresa que reduz drasticamente, como foi feito, sua força de vendas e diversas outras estruturas e que cogita aumentar posições de Diretoria não pode estar num bom caminho.

Contrassensos são típicos de gestões descomprometidas. Mas tudo tem um limite. E os responsáveis por decisões assim completamente despropositadas precisam responder pelos prejuízos que imputam aos Correios e, por consequência, à sociedade brasileira.

sábado, 29 de julho de 2017

Por que nos Correios quem tem que "pagar o pato" é sempre o trabalhador?

A cada matéria que leio tentando atribuir aos trabalhadores dos Correios, a seus salários e benefícios a responsabilidade pela situação econômica em que a Empresa se encontra mais me incomodo, pois se trata de uma abordagem rasa e mentirosa, que passa ao largo das reais causas - interferências indevidas do Governo Federal, sugando recursos além da conta em forma de dividendos ou impedindo reajustes de tarifas, somada ao mau desempenho dos dirigentes políticos despreparados que passaram pela Empresa nos últimos anos.

O plano de saúde dos trabalhadores é frequentemente atacado pela direção, que simplesmente compara seu custo com os prejuízos que não consegue reverter e, de maneira totalmente arbitrária, atribui ao plano o déficit da Empresa. Por que a direção não menciona, por exemplo, que os Correios pagam mais de R$ 2 bilhões de reais de comissões para seus franqueados atenderem principalmente serviços monopolizados. O valor é até maior que o projetado déficit da Empresa e maior que os custos com o plano de saúde. Bastaria, por exemplo, deixar de pagar essas comissões e voltar a atender os clientes nas agências próprias - que a direção tem fechado - para equilibrar a Empresa. 

Para alguns este raciocínio pode parecer raso demais, mas tem mais profundidade que o raciocínio da direção, ao atribuir ao plano de saúde o déficit dos Correios.

Por que a eliminação, ou, pelo menos, a redução dessas comissões nunca é mencionada como possibilidade pela direção, nem devidamente estudada? Talvez porque seja mais fácil retirar os direitos dos cem mil trabalhadores que mexer com os interesses de alguns poderosos. 

Chega de pagar o pato, indevidamente!

quinta-feira, 27 de julho de 2017

O velho e o novo Brasil

Estou assistindo, no momento em que escrevo esta postagem, uma entrevista na Globo News com o Presidente da Petrobras. Há alguns minutos, o entrevistado repetiu o que já disse em outras entrevistas - que acabou o aparelhamento político na companhia. Além disso, discorreu sobre como a Petrobras está assegurando que as decisões sejam tomadas de forma mais segura e sobre as decisões que estão tomando para recuperar valor da companhia. Enxerguei ali um novo Brasil, onde as boas práticas gerenciais prevalecem.

Por outro lado, tive nesta semana o dissabor de apreciar uma inciativa que caminha no sentido oposto - do velho Brasil. Refiro-me à tentativa de transformação de quatro posições dos Correios em estatutárias, para, em seguida, ocupá-los com indicações políticas, em livre provimento. 

Se as ressalvas feitas por um dos conselheiros que votou favoravelmente mas que estabeleceu condições que praticamente inviabilizam a medida não forem suficientes para barrar essa absurda iniciativa, teremos aí um exemplo do velho Brasil, dominado pela velha política, que, sob a vazia e desgastada desculpa de "oxigenação", vai tentando abrir espaço para a ocupação política na Empresa. 

Pior ainda, enquanto a Petrobras caminha no sentido de ter decisões formalmente muito bem sustentadas, rumamos no sentido contrário, acatando um relatório desprovido das condições mínimas necessárias para apreciação num colegiado superior, sem parecer jurídico ou técnico e com informações visivelmente incorretas. Velho Brasil, que precisa mudar, com a eliminação da interferência política nas estatais e a profissionalização da gestão. 

A Petrobras está demonstrando que a "oxigenação" necessária numa estatal vem com o fim das indicações políticas para todos os cargos de gestão, do topo à base da companhia. Este é o novo Brasil, que vai tomando forma!

Informe sobre reunião do Conselho de Administração de 26/07/2017

Enviamos aos colegas o informe sobre a 7ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração, ocorrida em 26/07/2017. A mensagem pode ser acessada nesse link.

domingo, 23 de julho de 2017

Prioridades para a Gestão

(artigo publicado na coluna MOMENTO CORREIOS / MUNDO, do jornal da ADCAP Minas)

Por Marcos César Alves Silva, Administrador Postal Sênior, membro eleito para o Conselho de Administração dos Correios. 

Ao tratarmos, em reunião do Conselho de Administração, do Relatório de Gestão da empresa alusivo ao ano de 2016, solicitamos que fosse registrado em ata que consideramos importante que a Diretoria Executiva dedique especial atenção aos seguintes pontos: 
a) priorização do desenvolvimento de novos negócios, notadamente nos segmentos de encomendas, logística, serviços financeiros e correio digital, deslocando o foco prioritário de atenção da empresa para a geração de receitas; 
b) atuação efetiva para inverter a curva de crescimento de reclamações, tornando-a declinante; 
c) desenvolvimento e aprimoramento de mecanismos de aproveitamento adequado das pessoas, abrangendo, entre outros temas, o plano de funções e os critérios de designação. 

A primeira das recomendações fala em deslocar o foco prioritário de atenção da empresa para a geração de receitas, depois de um período em que praticamente toda a atenção tem-se concentrado em produzir economias. Os Correios possuem grandes oportunidades de desenvolvimento e de ampliação de negócios e estas precisam ser melhor aproveitadas. A inovação precisa voltar à ordem do dia.

A segunda recomendação fala em qualidade operacional, um tema sempre presente e que merece uma atenção mais estruturada da direção. Não é possível mais aceitar que a curva de reclamações continue ascendente, ano após ano. Inverter esta curva deve ser preocupação constante de toda a direção e não apenas da direção de operações. 

A terceira recomendação trata das pessoas. A implantação de um plano de funções e de critérios objetivos para designação de funções é pendência antiga da área de gestão de pessoas e não pode permanecer sem solução. 

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Justiça que não chega é injustiça criminosa!

Se os déficits apresentados pelos fundos de pensão dos trabalhadores dos Correios, da Caixa e da Petrobras fossem decorrentes de problemas econômicos havidos no mercado que tivessem levado os investimentos a não performarem como necessário, as contribuições adicionais que estão sendo impostas pelos planos de equacionamento do POSTALIS, da FUNCEF e da PETROS poderiam ser considerados justas. Todos sabem, porém, como demonstrou em seus aspectos gerais a CPI dos Fundos de Pensão, que a história não foi bem essa, ou seja, que os prejuízos decorreram de aplicações feitas sem os cuidados necessários ou até, de forma criminosa, para lesar fortemente esses fundos.

Alguns alentos surgem no horizonte, como a previsão de reversão de recursos para FUNCEF e PETROS de parte do valor cobrado no processo de leniência da JBS, mas o fato concreto é que os participantes e assistidos continuam arcando com contribuições adicionais, assim como suas patrocinadoras.

Isso precisa ser passado a limpo e não pode levar muito tempo, pois muitas das pessoas prejudicadas são idosas. Justiça, Órgãos de Controle, Governo Federal e Congresso precisam perceber isso e agir, cumprindo tempestivamente as razões de sua existência.

Justiça tardia nada mais é do que injustiça institucionalizada, já dizia Rui Barbosa.

Acrescentaríamos hoje que justiça que não chega é injustiça criminosa!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Comunicação sobre atuação no comércio eletrônico

Nas reuniões do Conselho de Administração deste ano, tenho cobrado incisivamente um posicionamento mais firme da Empresa, em sua comunicação institucional e comercial, com relação ao comércio eletrônico, para demonstrar que os Correios não abandonaram esse setor de negócios, como afirma a concorrência, a partir da extinção do e-SEDEX. Entendo que trata-se de uma questão estratégica, de responsabilidade exclusiva da direção da Empresa, que deveria merecer a melhor e mais urgente atenção dos dirigentes.

Sei dos esforços dispendidos pelos técnicos da Empresa para administrar nossos serviços de encomendas, assim como da qualidade do trabalho desenvolvido por esses técnicos. Foi graças à capacidade deles que alcançamos o patamar de participação muito significativo que ostentamos. Foi graças ao trabalho deles que praticamente todas as plataformas de lojas virtuais do Brasil tem nativamente as opções de envios pelos Correios. Foi graças à dedicação e competência deles que os Correios conquistaram papel de máxima relevância no tema comércio eletrônico no âmbito da União Postal Universal. E essas conquistas precisam ser valorizadas e potencializadas. 

Assim, para que não paire nenhuma dúvida a respeito, considero necessário destacar que as cobranças que tenho feito não se destinam, de forma alguma, aos técnicos da Empresa, que têm cumprido com esmero suas missões, mas sim à direção da organização, que é responsável pelo vácuo na comunicação institucional e comercial sobre os serviços da Empresa, incluindo os do segmento de encomendas. 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Reestruturação

Hoje (05/07) foi oficialmente implantada a reestruturação na Administração Central dos Correios.

Do power point diretamente para a prática, a reestruturação vai desmontando estruturas e erigindo outras, com as pessoas sendo realocadas num processo que os trabalhadores não compreendem, por não estar baseado em critérios técnicos previamente estabelecidos para as designações e nem mesmo num plano de funções, coisas que não existem na Empresa. Prevalece, assim, o subjetivismo, praticado sob o comando de uma direção política, cercada de uma assessoria em geral assim também escolhida.

Neste contexto, solidarizo-me com os inúmeros colegas que, apesar de terem carreiras e desempenho brilhantes, deixarão suas funções sem maiores explicações, apenas por não terem sido escolhidos pela direção.   

sábado, 1 de julho de 2017

Informativo sobre a reunião de 29/06/2017



Enviamos aos colegas informativo sobre a reunião ordinária do conselho de administração ocorrida no dia 29/06/2017.

Para visualizar a mensagem enviada, clique no link.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Boatos sobre demissão motivada

Como recebi diversas consultas de colegas a respeito desse assunto nos últimos dias, esclareço que não houve nenhuma decisão do Conselho de Administração sobre o tema demissão motivada.

Este assunto nunca foi submetido formalmente ao CA, como comunicado ou relatório, que são os instrumentos formais de apresentação de temas.

E, para que cesse a onda de boatos a respeito, que só assustam indevidamente os colegas já preocupados com outras questões, como a reestruturação e o PDI, solicitarei que a direção da Empresa divulgue nota esclarecendo de vez o tema, para todos os trabalhadores.

sábado, 10 de junho de 2017

Aos colegas que se retiram no PDI

Para os colegas que se retiram da Empresa neste mês, por adesão ao PDI, deixo meus agradecimentos pela valiosa contribuição que nos deram ao longo de suas carreiras. Foi com base no trabalho desses colegas que a Empresa se consolidou como um dos melhores correios do mundo.

Dentre os que se retiram, há muitos com os quais trabalhei diretamente, há amigos próximos e também referências em conhecimento do negócio e das operações postais.

Espero, sinceramente, que encontrem alegrias e realizações em sua nova etapa de vida. E também que os colegas que permanecem na Empresa saibam valorizar o legado que lhes fica.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

O desafio permanente da atualização tecnológica

Na década de 80, chegavam ao Brasil os primeiros aparelhos de fax e, com eles, a ameaça da substituição da correspondência postal por um sucedâneo que permitia a comunicação em minutos em vez de dias. Em vez de pensar em extinção, os Correios criaram, então, o serviço de fax post, levando a nova tecnologia para o grande público, que não tinha condições de possuir um aparelho transceptor de fac-símile próprio.
Na década de 90, começou a ser disseminado no Brasil o uso da internet e, de forma análoga ao que ocorreu com o fax, também se vislumbrou ali o fim do serviço postal. Novamente, os Correios viram na nova tecnologia uma oportunidade e passaram a utilizar intensivamente a internet, inclusive para prestar seus tradicionais serviços de carta e de telegrama. Nos dias atuais, mais de 400 mil dos cerca de 15 milhões de telegramas enviados anualmente chegam aos Correios pela internet, onde são processados eletronicamente e transformados em objetos impressos, para entrega aos destinatários.

Essas duas pequenas histórias nos mostram que as novas tecnologias constituem não só uma ameaça, pela efeito substituição que sempre carregam, mas também uma oportunidade, que sempre pode ser explorada para melhorar os serviços. Mostram também que algumas mudanças de hábitos de consumo não se dão de forma disruptiva, mas sim de forma progressiva.

Saber compreender isso e aproveitar as novas tecnologias na melhoria dos serviços oferecidos é o grande desafio de toda prestadora de serviços, incluindo os Correios. Importante nunca descuidar disso, como não descuidamos na época da chegada do fax e da internet.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Inovação

Poucas coisas me dão mais satisfação do que poder participar da criação de algo novo, como, por exemplo, um novo serviço da Empresa.
Felizmente, tive diversas oportunidades de integrar equipes que conceberam e lançaram novos serviços, mas isso não diminui a satisfação de ver o nascimento e os primeiros passos de uma nova criação, que chega ao mercado.
A mais recente dessas satisfações é o Correios Celular, que chegou para construir mais uma história de sucesso, a partir do esforço e da participação de milhares de colegas que lidaram com sua formulação e com sua operacionalização, incluindo a venda nas agências.
Na foto, alguns dos muitos colegas que participaram da formulação do Correios Celular, para ilustrar que, por trás de cada avanço, de cada inovação na Empresa há sempre um conjunto de pessoas que se dedica, se desdobra para vencer obstáculos, para fazer acontecer, independentemente de qualquer situação adversa que exista no horizonte. Minhas escusas aos que não estão na foto, mas que também se dedicaram ao esforço de criar o novo serviço.
Nos próximos dias, o Correios Celular chegará ao Rio de Janeiro, a Belo Horizonte e ao interior de São Paulo. Depois prosseguirá até alcançar todo o Brasil.
Mais informações sobre o serviço em http://www.correioscelular.com.br.    

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Silveira no POSTALIS

Recebi hoje a visita do colega Marcos da Matta Silveira, que é candidato à posição de Diretor de Benefícios do POSTALIS. Silveira é para mim um exemplo de esforço para se superar, aprender e crescer, além de conduta séria. Tive o privilégio de trabalhar com ele no Programa de Encomendas, onde ajudamos a criar alguns serviços e a reformular outros.

Quem busca seriedade e determinação tem no Marcos Silveira uma boa opção para a posição de Diretor de Benefícios do POSTALIS.